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| 15/01/2009 - Demanda por imóvel acima de R$ 350 mil irá crescer |
O mercado espera um impulso na demanda por imóveis na faixa de R$ 350 mil a R$ 500 mil, caso o governo confirme, ao lançar o pacote habitacional, o aumento do limite máximo do valor a ser financiado com recursos de Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS). A presidente da Caixa Econômica Federal (CEF), Maria Fernanda Ramos Coelho, afirmou na última terça-feira que o limite deverá passar a R$ 500 mil - ao invés dos R$ 350 mil que vigoram atualmente - mas ressaltou que o valor ainda não está fechado.
A mudança vai contribuir para a venda de imóveis em construção e lançamentos na faixa de R$ 350 mil a R$ 500 mil. Essas unidades estão mais líquidas, afirmou o presidente do Sindicato das Empresas de Compra, Venda, Locação e Administração de Imóveis Residenciais e Comerciais de São Paulo (Secovi-SP).
A Even Construtora e Incorporadora terá mais segurança para lançar um número maior de produtos na faixa de R$ 350 mil a R$ 500 mil caso limite máximo do valor financiado pelo FGTS for de fato estendido, segundo o diretor de Relações com Investidores da empresa, Dany Muszkat. O banco de terrenos da Even é suficiente para dois anos de lançamentos, sendo a maior parte destinada a projetos até R$ 500 mil. Temos condição de lançar 100% dos empreendimentos em 2009 abaixo desse valor, disse o executivo.
Sem revelar o porcentual, Muszkat contou que parcela significativa do estoque de imóveis da empresa está nessa fatia até R$ 500 mil. O aumento do teto do valor da unidade que poderá utilizar o FGTS como fonte de financiamento será interessante também no momento do repasse para os bancos daqueles clientes que já compraram imóveis, conforme o diretor de Relações com Investidores da Even. Quem está demorando para definir a decisão de compra poderá ver a mudança como um senso de oportunidade, disse Muszkat.
A Rossi Residencial considera positivo o aumento do limite do preço do imóvel financiado com recursos do FGTS, ainda que a empresa venha aumentando sua participação no segmento econômico. Segundo o diretor de Relações com Investidores da Rossi, Cássio Audi, em 2008, o segmento econômico respondeu por 33% dos lançamentos e, este ano, deve ser equivalente à parcela de pelo menos 50%. Do banco de terrenos da Rossi, 14% é destinado à fatia de R$ 350 mil a R$ 500 mil.
A alteração do limite para financiamento pelo FGTS também não beneficia diretamente a Rodobens Negócios Imobiliários, cujo foco de atuação são imóveis até R$ 150 mil. Na avaliação do diretor-presidente da companhia, Eduardo Gorayeb, o impacto da mudança sobre as vendas do setor vai depender da taxa de juros a ser cobrada para esse funding. Se a taxa competir com a dos recursos da poupança ou do mercado livre, haverá pouca influência, mas normalmente as taxas do FGTS são melhores, disse Gorayeb. O executivo disse ainda que, como o montante a ser financiado pelo FGTS é limitado, é preciso prestar atenção se não faltarão recurso s para a parcela de renda mais baixa.
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| 31/08/2009 - Sorocaba é a 17.ª melhor cidade do país para se viver |
Viver, estudar e trabalhar em Sorocaba é uma boa opção para quem quer ter qualidade de vida. É o que atesta pesquisa divulgada esta semana pela Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan), responsável pela tabulação do Índice Firjan de Desenvolvimento Municipal (IFDM) nacional, que vem sendo realizada desde 2006. A cidade desponta no 17º lugar, tanto no ranking do Estado de São Paulo quanto no do Brasil, como um dos melhores municípios para fazer a vida. Boituva também está em uma posição confortável, é a 16ª nos mesmos rankings. Aliás, as 20 melhores cidades para se morar no Brasil estão no Estado de São Paulo, conforme o mesmo levantamento. As cidades do Rio de Janeiro não conquistaram ainda o mesmo desempenho e aparecem com baixos índices de desenvolvimento municipal. Dentro do padrão da pesquisa, apenas Niterói (0,8582) e Macaé (0,8604) surgem com bons números, respectivamente, 65º e 57º lugares no ranking nacional. A pesquisa Firjan leva em conta índices de emprego e renda, educação e saúde. Nos três referenciais, Sorocaba está bem: emprego e renda - 0,9056; educação - 0,8587; e saúde - 0,9127. O somatório dessas características deixa o município com o IFDM de 0,8923. Pela leitura dos resultados, cidades com o índice de desenvolvimento entre 0,8 e 1,0 (caso de Sorocaba e dos 20 municípios paulistas) é considerado de alto desenvolvimento. A defasagem temporal de três anos entre o IFDM e sua divulgação decorre do fato de serem utilizadas apenas estatísticas oficiais. Com efeito, somente em 2009 foi possível reunir concomitantemente dados dos ministérios da Educação, da Saúde e do Trabalho para o ano sob análise. A metodologia pioneira e única do IFDM distingue-se por ter periodicidade anual, recorte municipal e abrangência nacional. Uma das vantagens do IFDM é permitir a orientação de ações públicas e acompanhar seus impactos sobre o desenvolvimento dos municípios. Por esse índice, São Caetano do Sul é a primeira no Estado e no País, com IFDM de 0,9524. São Paulo ficou em 61º no Estado e 71º no Brasil, registrando índice de 0,8568. Campinas e Jundiaí também ficaram para trás também. Campinas teve IFDM de 0,8762, ficando em 31º no Estado e 30º no Brasil; e Jundiaí registrou IFDM de 0,8746, posicionando-se no ranking paulista em 33º lugar e 34º no Brasil. Veja no quadro, nesta página, os índices das 20 cidades brasileiras com o melhor desempenho. Censo demográfico Sorocaba não cresceu apenas econômica e socialmente, o número de habitantes também. Nos dois últimos anos, a cidade registrou cerca de 4,50% de habitantes a mais. Conforme os dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), divulgados nesta semana, em 2007, Sorocaba contabilizava 559.157 habitantes e, até este ano, 584.313. De acordo com o secretário municipal de Desenvolvimento Econômico, José Dias Batista Ferrari, esse crescimento foi de aproximadamente 2,25% ao ano e está dentro de uma margem controlável e que permite fazer com que a cidade cresça de forma ordenada, com o acompanhamento da infraestrutura necessária. Para Ferrari, não é interessante para Sorocaba crescer de forma rápida e explosiva, além de sua capacidade de suporte para manter a qualidade de vida de seus habitantes. Com mais de 580 mil habitantes e frente ao crescimento da qualidade de vida, Sorocaba consolida-se como polo de atração industrial ao mesmo tempo em que se mostra como uma cidade boa para se morar, trabalhar e estudar. Boituva, que está com o índice de desenvolvimento um pouco acima do de Sorocaba, registrou aumento pouco significativo da população, passando dos 40.783, em 2007, para 44.906 boituvenses até este ano. Somando-se as 17 cidades por onde circula o jornal, há um potencial econômico de 1.506.314 habitantes. Só em São Paulo, o IBGE registrou 11.037.593 habitantes. Em Campinas, o número é de 1.064.669 habitantes. Os censos populacionais produzem informações imprescindíveis para a definição de políticas públicas e a tomada de decisões de investimento, sejam eles provenientes da iniciativa privada ou de qualquer nível de governo, e constituem a única fonte de referência sobre a situação de vida da população nos municípios e em seus recortes internos, como distritos, bairros e localidades, rurais ou urbanas, cujas realidades dependem de seus resultados para serem conhecidas e terem seus dados atualizados. Veja o quadro com o número de habitantes em cada um dos municípios em que o jornal circula.(Por Fernando Guimarães) | [x] |
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| 26/01/2010 - Nova lei é mais rigorosa com aluguéis em atraso |
Os proprietários de imóveis e os inquilinos que pagam o aluguel em dia contarão com mais garantias em lei, a partir de agora. As modificações na Lei do Inquilinato já estão valendo desde ontem. Caracterizada pelo maior rigor com os inadimplentes e mais agilidade nos despejos, a nova legislação poderá resultar em aluguéis mais baratos, segundo especialistas do mercado imobiliário. A principal mudança está na velocidade dos despejos, cujo tempo médio deve cair de 14 meses para sete meses. A rapidez ocorrerá porque a nova lei simplifica os trâmites legais entre a decisão judicial e a retirada do inquilino do imóvel. Atualmente, o inquilino inadimplente precisa ser notificado duas vezes antes de ser despejado. Caso o devedor consiga evitar o contato com o oficial de justiça, a desocupação é adiada. Além disso, basta comunicar a intenção de pagar o aluguel em atraso para impedir a remoção. Pelas novas regras, logo na primeira notificação, a Justiça dará 30 dias para o inquilino deixar o imóvel. Nos contratos sem fiador ou seguro-fiança, o prazo cai para 15 dias. Até agora, os aluguéis sem garantia estavam sujeitos aos mesmos procedimentos que os demais tipos de contratos. A cobrança de multa de mora em caso de atraso no aluguel também muda com a nova lei. Hoje, o inquilino pode atrasar o pagamento duas vezes a cada 12 meses sem pagar mora e ter ganho de causa na Justiça. Com a nova lei, o locatário só contará com o benefício uma vez a cada 24 meses. Rescisão de contrato Com a nova legislação, as multas por rescisão de contrato ficarão mais baratas. De acordo com as regras atuais, o inquilino tem de pagar multa integral quando se deixar o imóvel antes do prazo acertado. Agora, a multa será proporcional ao tempo restante do contrato. Será possível ainda mudar de fiador na renovação do aluguel, o que era vedado pelas regras antigas. De acordo com o setor imobiliário, a medida deve aumentar o número de pessoas dispostas a serem fiadoras. Com as modificações, a cobrança de caução volta a ser permitida. A renovação dos contratos comerciais também foi simplificada. Pela nova lei, o proprietário poderá dar 30 dias para o inquilino deixar o imóvel caso receba uma proposta melhor de aluguel ao fim do contrato. Atualmente, o comerciante pode questionar a revisão do valor do aluguel por três meses e tem mais seis meses para ser despejado em caso de falta de acordo. Simplificação no processo As novas regras foram instituídas por meio do decreto-lei nº 11.112 e aprovadas pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, e vão tornar o despejo do inquilino mais rápido, entre outras consequências, quando houver inadimplência. Houve uma simplificação do processo judicial, reforça o diretor de legislação do inquilinato do Sindicato da Habitação (Secovi), Jacques Bushatsky. Segundo ele, o locador terá menos prejuízos financeiros com o inquilino inadimplente. Ainda pela nova lei, o locador vai poder entrar com a ação de despejo contra o inquilino e o fiador simultaneamente. Até então ela era expedida contra o inquilino primeiro e, só quando este perdia o processo, era enviada ao fiador. Outra novidade para o fiador será uma maior autonomia no caso de precisar se desonerar de suas obrigações. Se ele tiver um problema financeiro, comunicará formalmente sua decisão ao proprietário e ao inquilino e, trinta dias depois, estará livre do contrato. | [x] |
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| 21/10/2010 - Caixa mantém previsão de atingir 1 milhão de moradias |
O número de contratações do programa habitacional Minha Casa, Minha Vida chegará próximo de um milhão de unidades até o fim de 2010, segundo o ministro das Cidades, Márcio Fortes. O ministro lembrou que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva não assumiu "nenhum compromisso com qualquer data para a conclusão das contratações". Já a presidente da Caixa Econômica Federal, Maria Fernanda Ramos Coelho, disse que a instituição mantém a expectativa de que o total de contratações do programa atingirá a meta de um milhão de moradias até dezembro. Segundo o ministro, as contratações realizadas pela Caixa devem ficar próximas de 885 mil unidades. As demais serão feitas pelo Banco do Brasil, pelas empreiteiras credenciadas para produzir para municípios com menos de 50 mil habitantes e pelas entidades de movimentos sociais também credenciadas no programa. O número inclui ainda as habitações rurais. Conforme a presidente da Caixa, se considerados nas contas da instituição os municípios com até 50 mil habitantes, o número de unidades contratadas pela Caixa chega a 930 mil. Até 15 de outubro, as contratações do Minha Casa, Minha Vida somaram 732.159 unidades. Desse total, a Caixa foi responsável por 686.313 e o Banco do Brasil por 3.522. Para os municípios com menos de 50 mil habitantes foram registradas 42.324 contratações. Segundo o ministro, 96,94% da meta de contratações para famílias de até três salários mínimos já foi cumprida. Para o Minha Casa, Minha Vida 2, uma segunda etapa do programa, o orçamento será de R$ 121 bilhões, dos quais R$ 71 bilhões referentes a subsídios, R$ 40 bilhões aos financiamentos previstos e R$ 10 bilhões de recursos para urbanização, saneamento e melhorias. Segundo Fortes, os recursos para urbanização correspondem a 1/3 dos R$ 30 bilhões previstos no Programa de Aceleração do Crescimento 2 (PAC 2) para essa finalidade. No novo programa habitacional serão contratadas 2 milhões de unidades, mas o número poderá chegar a 2,3 milhões ou 2,4 milhões, considerando as 300 mil ou 400 mil decorrentes da urbanização de favelas. Conforme o ministro, o projeto de lei que vai regulamentar as regras para a segunda edição do programa habitacional será encaminhado ao Congresso após a eleição. O total de operações da Caixa nos moldes do Minha Casa, Minha Vida, incluindo subsídios e financiamentos, somou R$ 39 bilhões até 15 de outubro. O valor refere-se a contratação de 686.313 unidades, o correspondente a 68,63% do total de um milhão de moradias previstas nesta etapa do programa. Do total de unidades 387.741 referem-se à faixa de até três salários mínimos de renda, 215.476 ao segmento de três a seis salários mínimos e 83.096 à fatia que contempla as famílias com renda de seis a dez salários mínimos. Até 15 de outubro foram apresentados 6.095 projetos, o correspondente a 1.115.739 unidades. O valor total dos projetos é R$ 66,8 bilhões. Fortes e Maria Fernanda participaram hoje à tarde em Guarulhos, na Grande São Paulo, de cerimônia de assinatura de contratos para a construção de imóveis e obras de infraestrutura urbana dentro do programa habitacional, do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE) e do Pró-Moradia. Em Guarulhos, as contratações da Caixa no programa somaram R$ 549,4 milhões até 14 de outubro, com 8.192 unidades, de 21 projetos. O total de financiamento habitacional da Caixa para o município foi o valor recorde de R$ 645 milhões, 28,7% a mais que em todo o ano de 2009. (AE) | [x] |
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| 17/11/2010 - Venda de imóveis novos sobe 70% em setembro em SP |
A venda de imóveis novos na cidade de São Paulo registrou forte recuperação em setembro, com um salto de 70% em relação a agosto somando 2.785 imóveis, conforme pesquisa divulgada hoje pelo Sindicato das Empresas de Compra, Venda, Locação e Administração de Imóveis Residenciais e Comerciais de São Paulo (Secovi-SP). O resultado, porém, ficou abaixo do total vendido em setembro do ano passado, quando foram comercializadas 5.049 unidades. A exemplo do que ocorreu com as vendas, o volume de lançamentos ficou 77,2% acima do apurado em agosto (1.633 moradias), segundo a entidade. Em setembro, os imóveis de dois dormitórios concentraram 37,8% do volume comercializado (1.054 imóveis). O destaque ficou para o segmento de quatro dormitórios, com 32,6% do total vendido no mês, volume que corresponde a 908 unidades. No período, os imóveis de três dormitórios representaram 24,6% do total, com 686 unidades comercializadas. Em termos de área útil, a venda de unidades residenciais de até 130 m² atingiu 78,1% em São Paulo. Imóveis com área útil entre 46 m² e 65 m² tiveram o melhor desempenho do mês, com 1.027 vendas (participação de 36,9%). Acumulado do ano Entre janeiro e setembro deste ano foram vendidas 24.605 imóveis na cidade de São Paulo, o que indica um recuo de 1,9% ante igual período do ano passado, quando foram comercializados 25.087 unidades. Em nota, o Secovi-SP destaca o bom momento da economia com redução da taxa de desemprego para 6,2% e a previsão de 2,5 milhões de empregos criados em 2010, conforme o Ministério do Trabalho. Além disso, a entidade cita a possibilidade de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) para níveis acima de 7%. Com isso, o economista-chefe da entidade, Celso Petrucci, estima que o mercado imobiliário da capital paulista fechará o ano com 36 mil unidades vendidas, com lançamentos variando entre 33 mil e 35 mil unidades. Região metropolitana A comercialização de imóveis novos na região metropolitana de São Paulo, que engloba 38 cidades mais a capital, cresceu 23,5% em setembro ante agosto, somando 4.723 unidades, de acordo com pesquisa do Secovi-SP. Do total, 59% foram comercializados na cidade de São Paulo. O segmento de quatro dormitórios, com a comercialização de 908 unidades - superando o volume de lançamentos (746 unidades) - foi o grande destaque do mês. Em termos de área útil, houve comportamento semelhante ao da cidade de São Paulo, com a venda de 120 apartamentos com área útil superior a 180 m², ante 56 unidades lançadas. De acordo com dados da Empresa Brasileira de Estudos do Patrimônio (Embraesp), o número de lançamentos na região metropolitana aumentou 60,1% em relação a agosto, somando 7.660 unidades. A pesquisa mostra que 37,8% dos lançamentos da região no mês (2.894 unidades) foram concentrados na capital. No acumulado de 2010 até setembro, a capital teve participação de 53% no total comercializado e 47,7% do volume lançado, em unidades, na região metropolitana. (AE) | [x] |
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| 26/11/2010 -
IPTU 2011 terá reajuste de 6%
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| 05/04/2011 - Creci entra na luta contra o Aedes aegypti |
Creci entra na luta contra o Aedes aegypti | [x] |
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| 20/04/2011 - Comitê quer empenho de imobiliárias no combate à dengue |
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Estado de São Paulo |
| 12/04/2009 - SINTOMAS DE ALÍVIO NO SETOR IMOBILIÁRIO |
Pesquisa do Conselho Regional de Corretores de Imóveis do Estado de São Paulo (Creci) mostrou que as vendas de imóveis usados aumentaram 140,29% entre janeiro e fevereiro, voltando a níveis semelhantes aos do terceiro trimestre de 2008. Outros dados, do Sinduscon, indicam que o emprego no setor voltou ao nível de junho passado. São fatos auspiciosos, pois, dado o ciclo longo de produção, a construção civil sofre muito nas crises. A pesquisa do Creci abrange 463 imobiliárias da capital, que venderam 163 unidades em fevereiro, ante 173 em agosto e 196 em setembro de 2008. Em janeiro de 2009, apenas 63 imóveis foram vendidos. A média de preços por m² caiu 6,59% em relação a janeiro, mas houve aumentos localizados, como nos bairros da Lapa, Mandaqui, Mirandópolis e Mooca. Assim como ocorre no mercado de veículos, a liquidez dos imóveis usados influência o ritmo de vendas dos novos, pois a maioria dos compradores aliena a propriedade antiga e dá o valor como parte do pagamento do imóvel novo. A maioria das vendas foi à vista (60,5%), quase o dobro das financiadas (31,07). Há, assim, espaço para aumentar as vendas financiadas, que predominam o segmento de novos. No primeiro bimestre registrou-se elevação das operações de crédito para a casa própria das pessoas físicas e realizadas com recursos das cadernetas de poupança (+40% em relação ao mesmo período de 2008). Mas diminuíram os empréstimos a empresas de incorporação, que têm considerado com muita cautela o lançamento de novos empreendimentos. Com relação aos imóveis com valor de até R$130mil, objetos do recente pacote oficial para casa própria, há otimismo na área da construção, como mostrou o presidente do Secovi, João Crestana. Mas as empresas ainda aguardam os parâmetros de preço para lançar empreendimentos nas faixas de renda baixa. O plano prevê fortes subsídios às famílias com renda de até três salários mínimos, onde se concentra o déficit, mas não está claro se haverá oferta de terrenos e infra-estrutura suficientes para atender à demanda, permitindo o lançamento de grandes conjuntos de moradias e ativando a construção civil. Os dados do Creci sugerem mais confiança dos compradores. Mas muitos ainda preferem à locação. Aumentou 31,2%, entre janeiro e fevereiro, o número de imóveis alugados na capital, com queda de 2,38% no preço médio e preferência pelos de menor valor. | [x] |
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Folha de São Paulo |
| 17/12/2010 - Habitação ganha impulso com pacote de estímulo a financiamento de longo prazo |
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| 13/03/2011 - Parcelas decrescentes são usadas em 90% dos financiamentos |
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| 13/03/2011 - Economia favorece taxas pós-fixadas em financiamento de imóvel |
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| 13/03/2011 - Casa inteligente chega à classe média |
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Forum Imobiliário |
| 13/01/2011 - Crédito será o gatilho para imóveis este ano |
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| 14/02/2011 - CEF amplia crédito para habitação |
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| 14/03/2011 - A importância da publicidade imobiliária |
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G.Manfroi |
| 05/04/2011 - Regras do programa ‘Minha casa, minha vida’ sofrem novas alterações |
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| 26/04/2011 - Investir em imóvel rendeu 738% |
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InfoImóveis |
| 23/12/2010 -
Expansão do setor imobiliário no Brasil é sustentável, dizem especialistas
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| 23/12/2010 -
Optar por personalização de imóveis na planta pode ser vantajoso
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InfoMoney |
| 28/08/2007 - Quer comprar um imóvel sem ter prejuízo? Elabore uma lista de obrigações! |
SÃO PAULO - A compra da casa própria é um sonho para muitas pessoas. Por isso mesmo, deve ser feita com muita cautela e responsabilidade, para que nada dê errado. Isso porque ninguém quer perder o dinheiro que lutou tanto para conseguir. Conforme divulgou o Jornal dos Imóveis, o ideal para quem está pensando em adquirir uma casa ou apartamento é elaborar uma lista de obrigações a serem cumpridas antes de fechar o negócio. Passo-a-passo 1. Procure uma imobiliária: para economizar tempo, evitar problemas desnecessários e realizar um negócio seguro, esta é a melhor opção.
Antes de escolher a empresa, considere a estrutura, disponibilidade do corretor e solicite as referências de vendas anteriores. Leve em conta ainda os serviços oferecidos, área geográfica de atuação, quantidade de imóveis constantes na carteira, atendimento fora do horário comercial, prestação de apoio a financiamentos e elaboração de contrato profissional com revisão de advogado.
2. Defina suas necessidades com clareza: converse com cada membro da família para decidir o que é importante no imóvel: quintal, piscina, dependência de empregada etc. Dependendo da verba disponível, é provável que seja necessário acrescentar ou retirar itens.
3. Faça uma reunião com o corretor: isso serve para planejar a aquisição e para que você apresente suas necessidades (número de dormitórios, localização etc), estilo de vida e potencial de compra (quantia em dinheiro, necessidade de financiamento, disponibilidade do FGTS, automóvel ou outro imóvel que possa ser dado como parte do pagamento).
4. Visite um número razoável de imóveis: só faça negócio após visitar um número razoável de casas e apartamentos, entre 5 e 8, com todas as pessoas que têm poder de decisão na família.
Além disso, visite o imóvel escolhido mais de uma vez, de dia e à noite, se possível. Ainda pergunte aos vizinhos sobre segurança, odores, desapropriações, vazamentos, desabamentos e inundações.
Considere também valorizações futuras, valor de revenda, posição do imóvel em relação ao sol e como você se sentiu nele.
5. Faça uma inspeção minuciosa: antes de assinar o contrato, fique atento às rachaduras, ao quadro de força e às condições do telhado. Além disso, procure descobrir se há vazamentos, diminuição de vazão de água entre pontos, existência de cupins, paredes úmidas, ocas ou descoladas.
6. Negocie antes de firmar acordo: faça propostas inteligentes, com a ajuda de seu corretor. Lembre-se de não fechar negócio pelo primeiro valor ofertado, especialmente se o pagamento for feito à vista.
Se o proprietário residir no imóvel que você está visitando, procure não conversar com ele, especialmente sobre preços e condições comerciais. Isso porque muitas negociações são bloqueadas por interferências, mesmo inocentes, de interessados e do proprietário.
7. Revise o contrato: é recomendável que toda compra de imóvel seja acompanhada de um instrumento particular de contrato elaborado pela imobiliária, mesmo que a escritura seja lavrada imediatamente após a negociação.
Para quem não sabe, o contrato protege ambas as partes e estabelece condições, por exemplo, sobre a posse no imóvel e dívidas de impostos que não são cobertas na escritura.
8. Verifique os documentos: faça com que o vendedor apresente certidões negativas dos cartórios de protestos, dos distribuidores cíveis, da Justiça Federal, da Receita Federal e de tributos municipais.
Além disso, é importante verificar a matrícula atualizada do imóvel, expedida pelo Oficial do Cartório de Registro de Imóveis, e uma declaração que confirme que as taxas de condomínio estão em dia, no caso dos apartamentos. | [x] |
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| 19/11/2010 - Fiador ainda é responsável pela maior parte das locações em SP |
Por: Equipe InfoMoney 19/11/10 - 13h40 InfoMoney
SÃO PAULO - Apesar de mais três novas modalidades de garantia em locação terem aparecido no estado de São Paulo, os fiadores continuam sendo a opção mais adotada na hora de se alugar um imóvel. O dado faz parte da pesquisa divulgada na quinta-feira (18) pelo Creci-SP (Conselho Regional de Corretores de Imóveis do Estado de São Paulo). A locação sem garantia, o aluguel com caução de imóveis e o por cessão fiduciária apareceram, cada um, em 0,32% dos contratos efetivados nas 1.765 imobiliárias pesquisadas. Já o fiador, tratando-se somente da capital, apareceu em 46,11% dos casos. No grande ABCD + Guarulhos e Osasco e, principalmente, no interior as novas modalidades passaram a figurar entre os tipos de contratos efetivados. Somente no litoral essa tendência ainda não apareceu. De qualquer forma o fiador liderou em todas as regiões. Estas novas modalidades se somam às já tradicionais formas de se garantir o pagamento do aluguel em caso de inadimplência do inquilino, como o fiador, o seguro-fiança e o depósito do valor equivalente a três meses do aluguel. Regiões do Estado No nono mês de 2010, o fiador foi também a garantia de pagamento preferida nas demais regiões analisadas pelo Creci-SP, sobretudo no interior do estado, onde a participação atingiu 86,15% dos contratos. Considerando o depósito, a região do ABCD + Guarulhos e Osasco foi a que mais utilizou essa forma de garantia no nono mês do ano. Do total de contratos firmados naquele mês, 30,96% foram realizados por meio dele. Confira, na tabela a seguir, os percentuais em cada região do estado analisada pelo Creci-SP: | Garantias de aluguel utilizadas em setembro | | Região | Fiador | Seguro-fiança | Depósito | Sem garantia | Caução imóveis | Cessão fiduciária | | Capital | 46,11% | 25,70% | 27,21% | 0,32% | 0,32% | 0,32% | | Interior | 86,15% | 7,95% | 5,24% | 0,13% | 0,40% | 0,13% | | ABCD + Guarulhos e Osasco | 45,21% | 23,42% | 30,96% | 0,20% | 0% | 0,20% | | Litoral | 66,67% | 12,55% | 20,78% | 0% | 0% | 0% | Fonte: Creci-SP | [x] |
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| 19/11/2010 - SP: financiamento imobiliário supera compras de imóveis à vista em quase todo estado |
Por: Evelin Ribeiro 19/11/10 - 16h58 InfoMoney
SÃO PAULO – Em setembro, o financiamento imobiliário superou as compras à vista de imóveis usados em três das quatro regiões do estado de São Paulo analisadas pelo Creci-SP (Conselho Regional de Corretores de Imóveis do Estado de São Paulo). De acordo com levantamento divulgado na quinta-feira (18), na região que compreende o ABCD, Guarulhos e Osasco, 62,75% das vendas de imóveis usados registradas no nono mês do ano foram feitas por meio de financiamento, enquanto os pagamentos à vista chegaram a 35,20%. No interior, os imóveis financiados representaram 55,13% do total vendido, enquanto os pagamentos à vista corresponderam a 39,85%. Já na capital paulista, 52,8% dos imóveis vendidos em setembro também utilizaram o financiamento como forma de pagamento, enquanto 44,06% das vendas foram à vista. Por outro lado, no litoral do estado predominaram as compras à vista. Do total de imóveis usados comercializados nessa faixa, 56,04% foram à vista e 39,56%, financiados. Financiamento pela CEF predomina A pesquisa do Creci-SP ainda aponta que os financiamentos feitos pela CEF (Caixa Econômica Federal) prevalecem. Neste caso, em setembro, a região do ABCD, Guarulhos e Osasco se destacoue novamente, pois lá as transações feitas pelo banco representaram 54,59% das vendas. No interior, 43,52% das vendas foram financiadas pelo banco e, na capital paulista, 34,27% financiaram o imóvel usado por meio da Caixa. Já no litoral, os financiamentos feitos pela Caixa chegaram a ser 35,16% do total das comercializações. Outras formas de pagamento Em setembro, ainda segundo o Creci-SP, os paulistas também negociaram a compra do imóvel usado diretamente com o proprietário. Na capital, 3,15% das vendas foram negociadas dessa forma. No interior, 4,45% das vendas foram feitas diretamente com o proprietário. No litoral e na região do ABCD, Guarulhos e Osasco, a participação atingiu 4,03% e 1,53%, respectivamente. Já as compras por meio de consórcio foram registradas nas regiões do interior, ABCD, Guarulhos e Osasco e litoral, representando 0,58%, 0,51% e 0,37%, respectivamente, do total de negócios realizados. Vendas No estado de São Paulo, as vendas de imóveis usados diminuíram em setembro, após alta em agosto. Nas 1.765 imobiliárias de 37 cidades que constam na pesquisa, foram comercializadas 1.295 unidades, o que fez o índice de vendas cair 1,32% entre o oitavo e o nono meses deste ano. | [x] |
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| 20/12/2010 -
CEF lança cartão que garante pagamento de aluguel de imóvel
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| 20/12/2010 -
Fundos são alternativa para quem quer investir em imóveis
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| 24/12/2010 -
MP muda regras do "Minha Casa, Minha Vida" priorizando atendimento às mulheres
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| 27/12/2010 -
Habitação recebeu 54% a mais de recursos do FGTS em 2010
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| 27/12/2010 -
FGTS destinou R$ 22,2 bilhões para habitação até dezembro
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| 29/12/2010 -
Programa Minha Casa, Minha Vida atinge meta de um milhão em contratos
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| 03/01/2011 -
2011: Brasil é considerado o emergente mais atraente para investidores imobiliários
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| 31/01/2011 - Inquilino: o que fazer na hora de reformar um imóvel alugado? |
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| 31/01/2011 - Construção: otimismo quanto ao nível de atividade cresce em janeiro |
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| 01/02/2011 - Imóveis: preço é item mais importante para paulistanos da classe C |
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| 02/03/2011 - Fiador ainda é responsável pela maior parte das locações em SP |
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| 03/03/2011 - CEF já aceita os novos limites de financiamento de imóveis |
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| 07/04/2011 - Empréstimos da CEF para casa própria mantêm ritmo de contratações de 2010 |
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PINIWeb |
| 20/10/2010 - Executivo do HSBC diz que bancos continuarão a investir no mercado imobiliário em 2011 |
O cenário econômico e o mercado imobiliário estão intrigando analistas. No seminário organizado pela PINI na última segunda-feira, o Construtech 2010, a economista Ana Maria Castelo, da Fundação Getúlio Vargas, disse que o setor da construção gerou 10 milhões de empregos formais e cresceu 3,78%, alavancado pelas obras do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento). No quesito emprego, as regiões Norte e Nordeste foram as que mais cresceram, devido ao grande número de obras. Ana Maria, no entanto, acredita que o setor terá uma série de desafios para manter esse ritmo, já que devem se agravar os problemas da mão de obra, do custo dos terrenos nas áreas metropolitânas e de implantação de tecnologias de produção devido à atual carga tributária.
Chamado para analisar os preços do mercado imobiliário, que estariam "descolados" da economia, o professor João da Rocha Lima, coordenador do Núcleo de Real Estate da USP, afirmou não haver indícios de que o segmento residencial se comportará de maneira muito diferente de 2010. "Não há porquê achar que haverá um crescimento exuberante, pois é um mercado passivo e que depende da qualidade de vida das pessoas", disse Lima.
Professor João da Rocha Lima explica quais fatores considerar para avaliar se o mercado imobiliário residencial está ou não em uma fase de investimento especulativo
Para Roberto Sampaio, do HSBC Bank Brasil, a "juventude" da população brasileira e a geração de empregos funcionaram como fortes indutores do crescimento em 2010, junto com os programas de acesso à moradia, como o Minha Casa, Minha Vida. "Tudo isso gerou uma nova estrutura no mercado imobiliário. Os bancos vão continuar investindo forte pois é um caminho saudável, rentável, movimenta a economia e dá um grande retorno", disse Sampaio. "O crescimento de domicílios no Brasil é de 1,5 milhão por ano", afirmou Alessandro Olzon Vedrossi, diretor executivo da Unidade de Negócios São Paulo da Brookfield Incorporações. Encerrando a rodada de mercado do Construtech, Vedrossi falou sobre Estruturação Financeira e Estratégica de Mercado das Incorporadoras para 2011. Os mercados do Rio e de São Paulo continuam atraentes, mas o Distrito Federal, por exemplo, já ultrapassou o Rio de Janeiro no número de lançamentos da empresa, que deve se manter pelos próximos três anos. Goiânia e Curitiba também mereceram destaque do executivo. "A classe média está no mercado sustentado, então agora podemos diversificar os produtos", acredita.
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Sorocaba Fácil |
| 18/04/2011 - Imobiliárias começam a receber material de apoio para o combate à dengue |
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Valor Online |
| 14/12/2009 - Nova Regras Lei do Inquilinato |
SÃO PAULO - A nova Lei do Inquilinato, que entra em vigor dentro de 45 dias, tem causado preocupação aos locatários, especialmente os de imóveis comerciais. A Federação do Comércio do Estado de São Paulo (Fecomercio-SP) foi taxativa e explicou que as mudanças prejudicam inquilinos. "A lei reduz prazos para desocupação", explica o assessor jurídico da entidade, Raphael Noschese. Uma das novas regras diz respeito à caução a ser depositada pelo locador. Para executar o despejo e tomar posse do imóvel, segundo Noschese, o locador tinha de depositar um montante equivalente a 12 a 18 meses do valor do aluguel. Com a nova lei, o depósito deve equivaler a um valor correspondente a seis a 12 meses de aluguel. A Fecomercio foi uma das entidades que postulou o veto de partes do projeto de lei, obtendo sucesso quanto ao parágrafo 3º do artigo 13, que previa que a simples transferência do controle societário do locatário seria equiparada à cessão do contrato de locação. O consenso, segundo Noschese é que "uma coisa não tem a ver com outra". Entretanto, o polêmico artigo 74 foi vetado apenas parcialmente. O projeto de lei previa concessão de liminar para desocupação do imóvel em 15 dias, quando houvesse pedido de retomada em razão de melhor proposta apresentada por terceiros. Noschese explicou que esse prazo mudou para 30 dias, no texto aprovado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva. "O prazo continua apertado", ressaltou. "A lei atualmente em vigor prevê 180 dias para o despejo, após o trânsito em julgado da sentença, ou seja, após a decisão do tribunal. Nesse meio tempo, o locatário tinha tempo para se preparar e procurar outro imóvel. A mudança pode até causar desemprego, já que as empresas prejudicadas, muitas delas de pequeno porte, possuem inúmeros funcionários. As pequenas empresas são as principais empregadoras do país" , opinou. Esse ponto também chamou a atenção de Mario Cerveira Filho, sócio do escritório Cerveira, Dornellas e Advogados Associados. "A lei vai fazer com que as ações de despejo fiquem muito mais rápidas do que eram, tanto no caso do imóvel comercial quanto no caso do residencial", disse. "Embora eu admita que a lei em vigor hoje vem beneficiando maus pagadores". Outro ponto perverso da lei, segundo ele, diz respeito ao atraso no pagamento. "Na lei antiga, o locatário podia atrasar o aluguel duas vezes, no máximo, em um período de 12 meses. Na terceira vez, o locador tinha direito de não aceitá-lo mais como inquilino. Na lei nova, o locatário somente pode atrasar o pagamento uma única vez em um período de dois anos. Mas e se ele esquecer de pagar, ou ficar doente, ou viajar?", questiona. Na contramão das opiniões, o presidente da Associação Brasileira das Administradoras de Imóveis (Abadi), Pedro Carsalade, afirma que a lei, na realidade, favorece o inquilino. "A Lei do Inquilitano não mudava há 18 anos", disse. "Nós temos uma série de imóveis fora do mercado exatamente porque o trâmite no Judiciário era demorado. Levava-se 14, 15 meses para despejar um inquilino que não estava pagando o aluguel. Além de não receber o aluguel pelo imóvel, o locador tinha de esperar mais de um ano", afirma Carsalade. Segundo ele, as pessoas ligam proprietários de imóveis a grandes investidores, o que não é verdade. "Há pessoas que juntaram dinheiro ao longo de suas vidas e conseguiram comprar um imóvel para alugar, como complemento de renda. Só que muitas delas não estavam alugando justamente por conta da inadimplência". Como o mercado de imóveis também é guiado pela lei da oferta e da demanda, a aposta de Carsalade é de queda nos preços dos imóveis para locação. Quanto à polêmica questão da oferta de um terceiro, que pode levar o locatário a sair perdendo, ele diz que uma das críticas dizia respeito à simulação dessa oferta, o que não passaria de uma especulação, já que é fácil descobrir esse tipo de manipulação e as penalidades são altas. Para ele, a lei apenas trouxe equilíbrio entre as partes envolvidas. | [x] |
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